Perguntas Frequentes

1. Porque devo escolher a Dona Sebenta?

 

A Dona Sebenta tem uma equipa de professores experientes que prepara os alunos nas diferentes disciplinas, isto é, através da sugestão de métodos de estudo ou planos de trabalho, os professores habilitam os nossos alunos a distinguirem o essencial do acessório, ajudam a hierarquizar informação e, obviamente, sugerem e explicam exercícios. Para além disso, na Dona Sebenta nunca se faz de conta que não se vê algo que não está bem. Quando há situações de esquecimento de material, desleixo na organização, desinteresse, cansaço, faltas, atrasos, … os professores da Dona Sebenta identificam o sinal de alerta e, em conjunto com os encarregados de educação e alunos, tentam arranjar estratégias para que os problemas sejam ultrapassados.

2. Onde fica a Dona Sebenta?

 

Em Lamaçães, na Rua Ambrósio dos Santos, nº 16, e em São Vicente, na Rua Nossa Senhora da Luz, nº 8. Para encontrar a de Lamaçães: passa-se a Escola EB-2,3 de Lamaçães no sentido do Continente; encontra-se, logo a seguir, um cruzamento com semáforos (onde se podem encontrar o BPI e o Millennium, à esquerda). Aí reconhece-se facilmente a Taberna do Peter, à direita. A Dona Sebenta está situada logo a seguir e é fácil de identificar pelas suas persianas amarelas. Para encontrar a de São Vicente (situa-se muito próximo da igreja de São Vicente): quem vem da Doçaria de S. Vicente em direção ao centro da cidade, terá de virar na primeira à direita. É no final dessa rua.

3. Quem pode frequentar a Dona Sebenta?

 

Todos os alunos desde o 1º ano ao Ensino universitário. Todos aqueles que procuram preparação para os Exames Maiores de 23, ajuda em trabalhos, teses, monografias, revisão de textos e traduções podem frequentar a Dona Sebenta. Pessoas que vão emigrar e pretendem conhecer a cultura, hábitos e a língua do país anfitrião podem obter esses serviços na Dona Sebenta.

4. Se não tiver certeza acerca de qual será o serviço mais adequado à situação pessoal/escolar do meu educando, posso solicitar a opinião dos professores da Dona Sebenta?

 

Apesar de não conhecermos tão bem os alunos como os próprios encarregados de educação, consideramos que, em função da situação real do aluno (na altura em que procura a Dona Sebenta), dos objetivos que ele pretende atingir e o tempo que há para o fazer, nós temos a experiência suficiente para propormos o serviço mais adequado. No entanto, e devido a características individuais, próprias de cada aluno, estamos sempre a tempo de corrigir opções anteriores. (Os professores monitorizam sempre a modalidade escolhida. Se o número de horas de explicação, o número de elementos do grupo, o horário, … constituírem entrave, o professor faz o alerta e encontra-se a forma de emendar a situação).

5. As explicações são em grupo ou individuais?

 

As explicações podem ser individuais, em grupo de dois alunos ou em grupos de 3 alunos ou mais, se bem que esta última opção não regista – quase nunca – quatro alunos.

6. Se pretender ter explicações em grupo, posso constituir o meu grupo de trabalho?

 

Claro que sim. Essa é, aliás, a situação ideal. Se o grupo for formado por alunos da mesma turma, o trabalho é facilitado pois todos têm o mesmo horário, o mesmo manual, o mesmo professor e fazem testes no mesmo dia.

7. O que é o Acompanhamento Pedagógico?

 

É um serviço para alunos até ao 9º ano em que há, no máximo, 5 alunos por professor (se houver 6 alunos, eles são distribuídos por 2 professores, sendo que se tenta sempre que sejam de áreas disciplinares diferentes). Normalmente, os alunos começam por fazer os seus trabalhos de casa e, depois, trabalham as disciplinas em que têm maiores dificuldades ou as disciplinas em que vão ter teste mais brevemente. Os alunos estão, no máximo, 2 horas por dia em acompanhamento, pois a nossa experiência diz-nos que alunos até ao 9º ano não têm capacidade para trabalhar mais do que esse tempo. São os alunos quem definem o horário a frequentar.

8. Os encarregados de educação são informados acerca da evolução do seu educando?

 

Os pais/encarregados de educação recebem, no final de cada período, uma avaliação qualitativa do trabalho desenvolvido pelo seu educando na Dona Sebenta. Esta apreciação pretende dar a conhecer a performance de cada aluno no nosso espaço e foca aspetos como o empenho, interesse, capacidade de trabalho, autonomia, disciplina, ambição e iniciativa para ultrapassar as suas dificuldades.

9. Como posso ajudar o meu educando a aproveitar de uma forma mais eficaz todo o tempo que passa na Dona Sebenta?

 

Preparar o tempo na Dona Sebenta. Todos os alunos devem preparar com antecedência o trabalho que vão fazer na Dona Sebenta. Sempre que pretendem trabalhar uma disciplina (ou porque têm teste brevemente, ou porque têm de elaborar um trabalho…), os alunos devem trazer o seu material dessa disciplina para que seje possível aos professores da Dona Sebenta conseguir perceber os aspetos que o seu professor privilegiou e trabalhá-los.

Identificar bem o que não ficou percebido nas aulas. Nas aulas, todos os alunos devem estar atentos e devem pedir ao professor que explique novamente (ou de uma forma diferente) algo que não perceberam. Sempre que, depois de pedirem aos seus professores esclarecimentos, mesmo assim, não consigam perceber algo, um exercício, etc., todos os alunos deverão identificar e assinalar todos os exercícios que constituem dúvida para que eles sejam resolvido e explicados na Dona Sebenta.

10. Posso experimentar os serviços da Dona Sebenta?

 

Claro que sim. Esta opção é sempre possível. O que a Dona Sebenta propõe é que se combine a experiência por 1 ou 2 semanas. O encarregado de educação paga esse período experimental e depois, em conversa com o seu educando, deve perguntar-lhe o que achou dos serviços (se gostou, se considera que vai conseguir atingir os seus objetivos com este apoio, se gostou do ambiente que se vive nesta casa, se criou empatia com os professores, etc…). Se a opinião for favorável, o aluno é inserido, definitivamente, na Dona Sebenta; se a opinião é desfavorável, o que felizmente nunca aconteceu, devemos conversar para perceber o que esteve mal.

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